27 junho 2021

Teoria dos seis Graus de Separação

 A teoria dos seis graus de separação originou-se a partir de um estudo científico desenvolvido pelo psicólogo Stanley Milgram[1], que criou a teoria de que, no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. No estudo, feito nos Estados Unidos, buscou-se, através do envio de cartas, identificar o números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer. Cada pessoa recebia uma carta identificando a pessoa alvo e deveria enviar uma nova carta para a pessoa identificada, caso a conhecesse, ou para uma pessoa qualquer de suas relações que tivesse maior chance de conhecer a pessoa alvo. A pessoa alvo, ao receber a carta, deveria enviar uma carta para os responsáveis pelo estudo.


A popularidade da crença no fato de que o número máximo de passos entre duas pessoas é 6 (seis) gerou, em 1990, uma peça de nome Six Degrees of Separation, de John Guare.


Um resultado interessante pode ser visto num jogo para a Internet denominado Oráculo de Bacon (The Oracle of Bacon). O jogo, criado por Brett Tjaden, um cientista da computação da Universidade de Virgínia, e mantido, atualmente, por Patrick Reynolds mostra como um ator, no caso Kevin Bacon, se relaciona com os demais artistas, sejam de filmes americanos ou não. Para exemplificar, a atriz Fernanda Montenegro tem um número Bacon de 2, obtido da seguinte forma: ela atuou em O Amor nos Tempos do Cólera (2007) com Benjamin Bratt que atuou com Kevin Bacon em O Lenhador (2004). Pode-se, também, calcular a distância geodésica entre quaisquer pares de atores. Assim entre Fernanda Montenegro e Carmem Miranda, a distância é de 2 porque Fernanda Montenegro atuou em Mãos Sangrentas (1955) com Heloisa Helena, que por sua vez atuou em Alo Alo Carnaval (1936) com Carmem Miranda.


Os estudos sobre grau de separação incluem-se entre os modernos estudos de análise de redes sociais. Várias pesquisas vem sendo feitas, como por exemplo, na identificação da estrutura das redes de colaboração de cientistas[2], redes de cooperação e de transmissão de doenças,[3] e redes de páginas e sítios na web. Uma iniciativa de pesquisa recente no Brasil inclui a análise de redes de co-autoria dos pesquisadores de Ciência da Informação, denominada Rede CI.


Essa teoria também é provada pelo uso das redes de relacionamento, como o Orkut. A base de funcionamento do Orkut é a própria teoria, pois graças a ela o engenheiro de software responsável pela rede de relacionamentos, Orkut Buyukkokten pôde estabelecer uma relação intermediária entre todos os usuários.


Na matemática, um estudo equivalente foi realizado usando como referência o matemático húngaro Paul Erdős. Esse número conhecido como Número de Erdős define a distância entre um qualquer matemático e Paul Erdős, conhecido por ser bastante prolífico na área.


Uma série de vídeos do canal Mega Curioso, exemplifica de forma prática, a teoria proposta pelo psicólogo Stanley Milgram, em um de seus episódios interrelaciona o imperador francês Napoleão Bonaparte ao apresentador Faustão. Napoleão possui um sobrinho Napoleão III, que também governou a França, que por sua vez conheceu a Rainha Vitória do Reino Unido que possuía 9 filhos e 42 netos, entre eles o Rei Jorge VI seu reinado durou de 1936 até 1952, sua filha a famosa Rainha Elizabeth II, atual rainha da Inglaterra, encontrou-se com Pelé em 1968 quando veio para o Brasil. E por fim, Pelé no ano de 1973 deu uma entrevista a Faustão que na época era jornalista esportivo. E assim, percebe-se que Napoleão Bonaparte está a 5 pessoas de Faustão, isto é, estão separados por um grau 5.

25 maio 2021

História, Pessoas com deficiência e redes sociais

 As pessoas com deficiência, via de regra, receberam dois tipos de tratamento quando se observa a História Antiga e Medieval: a rejeição e eliminação sumária, de um lado, e a proteção assistencialista e piedosa, de outro. Na Roma Antiga, tanto os nobres como os plebeus tinham permissão para sacrificar os filhos que nasciam com algum tipo de deficiência. Da mesma forma, em Esparta, os bebês e as pessoas que adquiriam alguma deficiência eram lançados ao mar ou em precipícios. Já em Atenas, influenciados por Aristóteles – que definiu a premissa jurídica até hoje aceita de que “tratar os desiguais de maneira igual constitui-se em injustiça” – os deficientes eram amparados e protegidos pela sociedade.

Não cabe aqui reproduzir esta narrativa, que parte da História Antiga e termina já no final do século XX. Mas é interessante realçar alguns aspectos trabalhados por este autor na “Epopéia Ignorada” das pessoas com deficiência ao longo da História.


O primeiro deles diz respeito à constatação de que sempre existiram na História indivíduos com algum tipo de limitação física, sensorial ou cognitiva. Como afirma Silva (1987): “anomalias físicas ou mentais, deformações congênitas, amputações traumáticas, doenças graves e de conseqüências incapacitantes, sejam elas de natureza transitória ou permanente, são tão antigas quanto a própria humanidade” (Silva, 1987, p. 21). Esta afirmação, que pode parecer óbvia ou desnecessária, é válida no sentido de reconhecer que nos grupos humanos, desde o mundo primitivo até os dias atuais, sempre houve pessoas que nasceram com alguma limitação ou durante a vida deixaram de andar, ouvir ou enxergar. Tragicamente, durante muitos séculos, a existência destas pessoas foi ignorada por um sentimento de indiferença e preconceito nas mais diversas sociedades e culturas; mas elas, de uma forma ou de outra, sobreviveram.


A partir de 2.500 a.C., com o aparecimento da escrita no Egito Antigo, há indicativos mais seguros quanto à existência e às formas de sobrevivência de indivíduos com deficiência. Dentre os povos da chamada História Antiga, os egípcios são aqueles cujos registros são mais remotos. Os remanescentes das múmias, os papiros e a arte dos egípcios apresentam-nos indícios muito claros não só da antiguidade de alguns “males incapacitantes”, como também das diferentes formas de tratamento que possibilitaram a vida de indivíduos com algum grau de limitação física, intelectual ou sensorial.

A Escola de Anatomia da cidade de Alexandria, que existiu no período de 300 a.C. Dela ficaram registros da medicina egípcia utilizada para o tratamento de males que afetavam os ossos e os olhos das pessoas adultas. Existem até passagens históricas que fazem referência aos cegos do Egito e ao seu trabalho em atividades artesanais. As famosas múmias do Egito, que permitiam a conservação dos corpos por muitos anos, possibilitaram o estudo dos restos mortais de faraós e nobres do Egito que apresentavam distrofias e limitações físicas, como Sipthah (séc. XIII a.C.) e Amon (séc. XI a.C.). Dada a fertilidade das terras e as diferentes possibilidades de trabalho, não é difícil imaginar alternativas para ocupação das pessoas com deficiência no Egito Antigo.


Na Grécia Antiga, particularmente em Esparta, cidade-estado cuja marca principal era o militarismo, as amputações traumáticas das mãos, braços e pernas ocorriam com freqüência no campo de batalha. Dessa forma, identifica-se facilmente um grupo de pessoas que adquiriu uma deficiência e permaneceu vivo. Por outro lado, o costume espartano de lançar crianças com deficiência em um precipício tornou-se amplamente conhecido por aqueles que estudaram este tema numa perspectiva histórica.

De acordo com registros existentes, de fato, o pai de qualquer recém-nascido das famílias conhecidas como homoio (ou seja, “os iguais”) deveria apresentar seu filho a um Conselho de Espartanos, independentemente da deficiência ou não. Se esta comissão de sábios avaliasse que o bebê era normal e forte, ele era devolvido ao pai, que tinha a obrigação de cuidá-lo até os sete anos; depois, o Estado tomava para si esta responsabilidade e dirigia a educação da criança para a arte de guerrear. No entanto, se a criança parecia “feia, disforme e franzina”, indicando algum tipo de limitação física, os anciãos ficavam com a criança e, em nome do Estado, a levavam para um local conhecido como Apothetai (que significa “depósitos”). Tratava-se de um abismo onde a criança era jogada, “pois tinham a opinião de que não era bom nem para a criança nem para a república que ela vivesse, visto que, desde o nascimento, não se mostrava bem constituída para ser forte, sã e rija durante toda a vida” (Licurgo de Plutarco apud Silva, 1987, p. 105).

Esta prática deve ser entendida, naturalmente, de acordo com a realidade histórica e social da época. É claro que hoje nos parece algo repugnante e cruel, mas na cidade-estado de Esparta, no ano de 400 a.C., tal conduta “justificava-se” para o bem da própria criança e para a sobrevivência da república, onde a maioria dos cidadãos deveria se tornar guerreiros. Em outros estratos sociais que não os homoio esse tipo de restrição não ocorria, podendo haver a sobrevivência de uma criança “defeituosa”, como no caso dos periecos, dedicados aos trabalhos da lavoura e do gado.


Diferentemente da Grécia Antiga e do Egito, no que diz respeito a pessoas com deficiência, não é fácil localizar referências precisas ao tema na Roma Antiga. Mas existem citações, textos jurídicos e mesmo obras de arte que aludem a essa população. Assim como ocorria em Esparta, o direito Romano não reconhecia a vitalidade de bebês nascidos precocemente ou com características “defeituosas”. Entretanto, o costume não se voltava, necessariamente, para a execução sumária da criança (embora isso também ocorresse). De acordo com o poder paterno vigente entre as famílias nobres romanas, havia uma alternativa para os pais: deixar as crianças nas margens dos rios ou locais sagrados, onde eventualmente pudessem ser acolhidas por famílias da plebe (escravos ou pessoas empobrecidas).


A utilização comercial de pessoas com deficiência para fins de prostituição ou entretenimento das pessoas ricas manifesta-se, talvez pela primeira vez, na Roma Antiga. Segundo o Silva (1987): “cegos, surdos, deficientes mentais, deficientes físicos e outros tipos de pessoas nascidos com má formação eram também, de quando em quando, ligados a casas comerciais, tavernas e bordéis; bem como a atividades dos circos romanos, para serviços simples e às vezes humilhantes” (Silva, 1987, p. 130). Tragicamente, esta prática repetiu-se várias vezes na história, não só em Roma.

Cristianismo

O advento do Cristianismo significou, em diferentes aspectos, uma mudança na forma pela qual as pessoas com deficiência eram vistas e tratadas pela sociedade em geral. É claro que, como alertamos no início desta seção, este não é um processo linear e homogêneo, de maneira que estamos apenas apresentando algumas tendências gerais, sem ter a pretensão de definir com a exatidão histórica, a cada momento, a situação das pessoas com deficiência (que é um grupo heterogêneo entre si).


Feita esta ressalva, podemos afirmar que, de maneira geral, a mudança acima referida deveu-se ao próprio conteúdo da doutrina cristã, que foi sendo difundida a partir de um pequeno grupo de homens simples, num momento em que o Império Romano estava com seu poderio militar e geopolítico consolidado. Entretanto, Silva (1987) chama atenção para o “lamentável estado moral da sociedade romana”, especialmente da nobreza, que demonstrava total falta de preocupação com a proliferação de doenças e o crescimento da pobreza e da miserabilidade dentre boa parte da população.


Nesse contexto, vai ganhando força o conteúdo da doutrina cristã, voltado para a caridade, humildade, amor ao próximo, para o perdão das ofensas, para a valorização e compreensão da pobreza e da simplicidade da vida. Estes princípios encontraram respaldo na vida de uma população marginalizada e desfavorecida, dentro da qual estavam aqueles que eram vítimas de doenças crônicas, de defeitos físicos ou de problemas mentais.


A influência cristã e seus princípios de caridade e amor ao próximo contribuíram, em particular a partir do século IV, para a criação de hospitais voltados para o atendimento dos pobres e marginalizados, dentre os quais indivíduos com algum tipo de deficiência. No século seguinte, o concílio da Calcedônia (em 451) aprovou a diretriz que determinava expressamente aos bispos e outros párocos a responsabilidade de organizar e prestar assistência aos pobres e enfermos das suas comunidades. Desta forma, foram criadas instituições de caridade e auxílio em diferentes regiões, como o hospital para pobres e incapazes na cidade de Lyon, construído pelo rei franco Childebert no ano de 542 (Silva, 1987).


Interessante notar que, ao mesmo tempo em que avança um tratamento, ao menos, caridoso em relação aos deficientes, a Igreja Católica continuava reafirmando a impossibilidade de que eles atuassem como padres. Segundo historiadores, “já nos chamados Cânones Apostolorum, cuja antiguidade exata todos desconhecem e que, no entanto, foram elaborados no correr dos três primeiros séculos da Era Cristã, existem restrições claras ao sacerdócio para aqueles candidatos que tinham certas mutilações ou deformidades” (Silva, 1987, p. 166). Gelásio I, papa que reinou entre 492 a 496, reafirmou a orientação contrária à aceitação de sacerdotes com deficiência, ao afirmar que os postulantes não poderiam ser analfabetos nem ter “alguma parte do corpo incompleta ou imperfeita”.


Em síntese, nos primeiros séculos da Era Cristã houve, pelos registros históricos, mesmo com as restrições acima, uma mudança no olhar em relação não só aos deficientes, mas também às populações humildes e mais pobres. Os hospitais e centros de atendimento aos carentes e necessitados continuaram a crescer, impulsionados muitas vezes pelo trabalho dos bispos e das freiras nos mosteiros.

Idade Média

O período conhecido como Idade Média, entre os séculos V e XV, traz algumas informações e registros (preocupantes) sobre pessoas com deficiência. Continuaram a existir, na maioria das vezes controlados e mantidos por senhores feudais, locais para o atendimento de doentes e deficientes. As referências históricas enfatizam, porém, o predomínio de concepções místicas, mágicas e misteriosas sobre a população com deficiência. Além disso, é preciso lembrar que o crescimento dos aglomerados urbanos ao longo desse período criou dificuldades para a manutenção de patamares aceitáveis de higiene e saúde. Durante muitos séculos, os habitantes das cidades medievais viveram sob a permanente ameaça das epidemias ou doenças mais sérias.


As incapacidades físicas, os sérios problemas mentais e as malformações congênitas eram considerados, quase sempre, como sinais da ira divina, taxados como “castigo de Deus”. A própria Igreja Católica adota comportamentos discriminatórios e de perseguição, substituindo a caridade pela rejeição àqueles que fugiam de um “padrão de normalidade”, seja pelo aspecto físico ou por defenderem crenças alternativas, em particular no período da Inquisição nos séculos XI e XII. Hanseníase, peste bubônica, difteria e outros males, muitas vezes incapacitantes, disseminaram-se pela Europa Medieval. Muitas pessoas que conseguiram sobreviver, mas com sérias seqüelas, passaram o resto dos seus dias em situações de extrema privação e quase que na absoluta marginalidade.


No final do século XV, a questão das pessoas com deficiência estava completamente integrada ao contexto de pobreza e marginalidade em que se encontrava grande parte da população, não só os deficientes. É claro que exemplos de caridade e solidariedade para com eles também existiram durante a Idade Média, mas as referências gerais desta época situam pessoas com deformidades físicas, sensoriais ou mentais na camada de excluídos, pobres, enfermos ou mendigos.

Mudanças nos séculos XV a XVII

O período conhecido como “Renascimento” não resolveu, naturalmente, esta situação de maneira satisfatória. Mas, sem dúvida, ele marca uma fase mais esclarecida da humanidade e das sociedades em geral, com o advento de direitos reconhecidos como universais, a partir de uma filosofia humanista e com o avanço da ciência.


Entre os séculos XV e XVII, no mundo europeu cristão, ocorreu uma paulatina e inquestionável mudança sócio-cultural, cujas marcas principais foram o reconhecimento do valor humano, o avanço da ciência e a libertação quanto a dogmas e crendices típicas da Idade Média. De certa forma, o homem deixou de ser um escravo dos “poderes naturais” ou da ira divina. Esse novo modo de pensar, revolucionário sob muitos aspectos, “alteraria a vida do homem menos privilegiado também, ou seja, a imensa legião de pobres, dos enfermos, enfim, dos marginalizados. E dentre eles, sempre e sem sombra de dúvidas, os portadores de problemas físicos, sensoriais ou mentais” (Silva, 1987, p. 226).


A partir desse momento, fortalece-se a idéia de que o grupo de pessoas com deficiência deveria ter uma atenção própria, não sendo relegado apenas à condição de uma parte integrante da massa de pobres ou marginalizados. Isso se efetivou através de vários exemplos práticos e concretos. No século XVI, foram dados passos decisivos na melhoria do atendimento às pessoas portadoras de deficiência auditiva que, até então, via de regra, eram consideradas como “ineducáveis”, quando não possuídas por maus espíritos.


Ao longo dos séculos XVI e XVII, em diferentes países europeus, foram sendo construídos locais de atendimento específico para pessoas com deficiência, fora dos tradicionais abrigos ou asilos para pobres e velhos. A despeito das malformações físicas ou limitações sensoriais, essas pessoas, de maneira esporádica e ainda tímida, começaram a ser valorizadas enquanto seres humanos. Entretanto, além de outras práticas discriminatórias, mantinha-se o bloqueio ao sacerdócio desses indivíduos pela Igreja Católica.



Século XIX

Chegando ao século XIX, é interessante registrar a forma como o tema das pessoas com deficiência era tratado nos EUA. Neste país, já em 1811, foram tomadas providências para garantir moradia e alimentação a marinheiros ou fuzileiros navais que viessem a adquirir limitações físicas. Assim, desde cedo, estabeleceu-se uma atenção específica para pessoas com deficiência nos EUA, em especial para os “veteranos” de guerras ou outros conflitos militares. Depois da Guerra Civil norte-americana, foi construído, na Filadélfia, em 1867, o Lar Nacional para Soldados Voluntários Deficientes, que posteriormente teria outras unidades.

Os Avanços do Século XX

A assistência e a qualidade do tratamento dado não só para pessoas com deficiência como para população em geral tiveram um substancial avanço ao longo do século XX. No caso das pessoas com deficiência, o contato direto com elevados contingentes de indivíduos com seqüelas de guerra exigiu uma gama variada de medidas. A atenção às crianças com deficiência também aumentou, com o desenvolvimento de especialidades e programas de reabilitação específicos.


No período entre Guerras é característica comum nos países europeus – Grã-Bretanha e França, principalmente, e também nos EUA – o desenvolvimento de programas, centros de treinamento e assistência para veteranos de guerra. Na Inglaterra, por exemplo, já em 1919, foi criada a Comissão Central da Grã-Bretanha para o Cuidado do Deficiente. Depois da II Guerra, esse movimento se intensificou no bojo das mudanças promovidas nas políticas públicas pelo Welfare State. Dado o elevado contingente de amputados, cegos e outras deficiências físicas e mentais, o tema ganha relevância política no interior dos países e também internacionalmente, no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU). A “epopéia” das pessoas com deficiência passaria a ser objeto do debate público e ações políticas, assim como outras questões de relevância social, embora em ritmos distintos de um país para o outro.



Os Dias de Hoje

Em suma, nesse panorama histórico buscamos resgatar elementos para uma visão geral acerca da temática das pessoas com deficiência. Da execução sumária ao tratamento humanitário passaram-se séculos de história, numa trajetória irregular e heterogênea entre os países (e entre as próprias pessoas com deficiência). Apesar disso, é possível visualizar uma tendência de humanização desse grupo populacional. É verdade que, até nos dias de hoje, existem exemplos de discriminação e/ou maus-tratos, mas o amadurecimento das civilizações e o avanço dos temas ligados à cidadania e aos direitos humanos provocaram, sem dúvida, um novo olhar em relação às pessoas com deficiência.

Redes sociais, Sociedade e Pessoas com deficiencia.

Na atualidade temos em mente a questão de inclusão social de pessoas com deficiencia no mercado de trabalho, o que ao meu modo de ver é super louvável, porém, Vamos falar um pouco sobre as redes sociais do momento, não as mais usadas, mas sim, aquelas que todo mundo tem um perfil, mas nunca fala que tem.

Para começar vamos definir o que é rede social:


“Rede Social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns”. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. Redes não são, portanto, apenas outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente." 


Após esse conceito podemos definir que se empresas estão nas redes sociais, é porque as mesmas tem em mente, que o cliente é peça fundamental na construção de uma imagem de referencia para o mercado em geral.


Por outro lado, temos os usuários, que na maioria das vezes buscam algo mais nas redes sociais, o badoo, por exemplo, é uma rede que oferece esse algo mais, se é que me entendem, e infelizmente devo dizer que a maioria busca esse tipo de conteúdo, não vamos ser hipócritas, todo mundo já viu uma sacanagem na internet, por outro lado, essas redes estão superinfectadas de malware´s e trojans, pelo baixo conhecimento desse tipo de assunto que a maioria das pessoas possui, elas se tornam alvos fáceis para esse tipo de rede, porém, por outro lado, os administradores dessas redes possuem uma “MINA DE OURO” nas mãos, pois possuem o e-mail do usuário, endereço, telefone e até foto do usuário.


Com esses dados é fácil montar um super mailing list para enviar spam na caixa de entrada do usuário, dando a entender ao usuário de que outro usuário da mesma rede enviou mensagem para ele, mas na verdade a intenção real desse tipo de spam é o acesso ao site, tornando o site, estatisticamente atraente aos olhos dos investidores.


Mais uma vez fico tentando atrelar os dois temas como se fosse uma dicotomia, porém, não é não, dicotomia pra quem não sabe é a incapacidade que o indivíduo possui de não se ver dentro do contexto social mais abrangente, tornando-o assim, um “EXCLUÍDO”.


Históricamente gostaria de mostrar um pouco como foi a história de pessoas com deficiencia até o presente momento. Quando falamos de informação, não falamos só sobre tecnologia, falamos sobre todas as áreas de conhecimento da humanidade.


Tutorial para teclados virtuais

 Objetivo:

O Objetivo desse tutorial é demonstrar um pouco dos recursos existente em várias plataformas, que auxiliam pessoas com deficiencia a digitar, tentarei demonstrar aqui como funciona o famoso “Teclado Virtual” nas plataformas Windows, Linux e Mac.

Windows:

No Windows 8.1, você pode usar teclados diferentes para atender às suas necessidades. O mais comum é um teclado físico externo conectado ao computador. Windows 8.1 também inclui um teclado de toque para computadores com comandos de toque.


Para usar o teclado virtual


Para usar o teclado virtual, toque na tela em um lugar onde o texto possa ser digitado para o teclado aparecer. Se estiver na área de trabalho, toque no ícone de teclado virtual  na barra de tarefas da área de trabalho, para abrir o teclado virtual. Para fechar o teclado virtual, toque na parte externa da caixa de texto ou toque no ícone do teclado virtual  e no ícone do teclado para fechar.

Se você quiser abrir o teclado virtual manualmente (sem tocar em um campo de texto ou outra área em que seja possível digitar), veja como:

1. Passe o dedo da borda direita da tela e toque em Configurações.

(Se você estiver usando um mouse, aponte para o canto inferior direito da tela, mova o ponteiro do mouse para cima e clique em Configurações.) 

2. Toque no ícone Teclado. 

3. Toque no ícone Teclado virtual e painel de manuscrito. 

Para verificar se um computador tem uma tela sensível ao toque

Se não conseguir abrir o teclado virtual, verifique se o computador tem uma tela sensível ao toque. Use o dedo para tocar em um bloco em Iniciar. Se for uma tela sensível ao toque, o aplicativo será aberto. Também é possível usar o mouse para verificar as configurações atuais do sistema:

1. Passe o dedo da borda direita da tela, toque em Configurações e em Alterar configurações do PC.

(Se estiver usando um mouse, aponte para o canto inferior direito da tela, mova o ponteiro do mouse para cima, clique em Configurações e em Alterar configurações do PC.) 

2. Clique em Computador e dispositivos e, em seguida, clique em Informações do PC.

3. Em Computador, marque a configuração Caneta e Toque. Isso descreve que tipo de entrada é compatível com a tela.

Se tiver uma tela sensível ao toque, a entrada por toque estará ativada por padrão e não poderá ser desativada. Se você espera que o seu laptop ou monitor responda ao toque, mas isso não está acontecendo, consulte o site do fabricante para garantir que exista suporte para toque e que os drivers corretos estejam instalados.

Para alterar o layout do teclado virtual

Para usar diferentes layouts do teclado de toque ou para alternar para layouts de teclado em outros idiomas, toque no ícone do teclado de toque  no canto direito inferior do teclado e toque no layout do teclado para o qual deseja alternar.

Se estiver segurando um tablet com as duas mãos, ou se precisar fazer isso, poderá ser conveniente alternar para o teclado de polegar, que divide as teclas em cada lado da tela, tornando o uso mais fácil e confortável. Para alternar para o teclado de polegar, toque no ícone do teclado virtual  e, em seguida, toque no ícone do teclado de polegar . Mude o tamanho do teclado de polegar pressionando e deslizando os três pontos próximos à barra de espaços, do lado esquerdo do teclado.

Redes Sociais e Pessoas com Deficiências

Olá, amigos leitores.


Vamos falar um pouco sobre as redes sociais do momento, não as mais usadas, mas sim, aquelas que todo mundo tem um perfil, mas nunca fala que tem. Para começar vamos definir o que é rede social:

“Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns”. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. “Redes não são, portanto, apenas outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente.” 

Após esse conceito podemos definir que se empresas estão nas redes sociais, é porque as mesmas tem em mente, que o cliente é peça fundamental na construção de uma imagem de referencia para o mercado em geral.

Por outro lado, temos os usuários, que na maioria das vezes buscam algo mais nas redes sociais, o badoo, por exemplo, é uma rede que oferece esse algo mais, se é que me entendem, e infelizmente devo dizer que a maioria busca esse tipo de conteúdo, não vamos ser hipócritas, todo mundo já viu uma sacanagenzinha na internet, por outro lado, essas redes estão super infectadas de malware´s e trojans, pelo baixo conhecimento desse tipo de assunto que a maioria das pessoas possui, elas se tornam alvos fáceis para esse tipo de rede, porém, por outro lado, os administradores dessas redes possuem uma “MINA DE OURO” nas mãos, pois possui o e-mail do usuário, endereço, telefone e até foto do usuário.

Com esses dados é fácil montar um super mailing list para enviar spam na caixa de entrada do usuário, dando a entender ao usuário de que outro usuário da mesma rede enviou mensagem para ele, mas na verdade a intenção real desse tipo de spam é o acesso ao site, tornando o site, estatisticamente atraente aos olhos dos investidores.
Eu havia falado no título do post em carência, aí o leitor me pergunta, onde está a carência dessas pessoas, em minha opinião as pessoas buscam conhecimento, porém, tem pouca paciência em aprender e isso nada mais é do que carência.

08 maio 2021

Arquivos Torrents

Hoje vamos abordar um tema que para a maioria dos usuários sem experiência, é muito complexo, porém, vou tentar deixar o tema um pouco mais simples e sem usar palavras técnicas.

Vamos primeiro a definição oficial do que é um arquivo torrent, ou .torrent.

“Torrent é a extensão de arquivos utilizados por um protocolo de transferência do tipo P2P (Peer to Peer). Essa transferência acontece da seguinte maneira: os arquivos transferidos são divididos em partes e cada pessoa que tem tal arquivo ajuda a fazer o upload a outros usuários. Isso reduz significantemente o consumo de banda do distribuidor original do arquivo, não sendo necessário que o mesmo fique armazenado em um servidor. Para compartilhar esses arquivos, é necessário usar um programa específico, conhecido como cliente. Ele obtém as informações contidas nos arquivos e se encarrega de toda a comunicação entre os usuários.”


Vamos tentar agora transformar essa definição em palavras que a maioria das pessoas entenda, para isso, vou usar como exemplo uma barra de chocolates e seus quadradinhos, vamos supor que você queira ver um vídeo ou ouvir uma música antiga ou que não há mais em cartaz nos cinemas ou não toca mais nas rádios com tanta frequência, é pra isso que serve o torrent, para que as pessoas compartilhem arquivos, vídeos e fotos que possuem em seu pc ou notebook com outras pessoas menos “aventuradas”, vamos supor que essa barra de chocolate possua 12 quadradinhos e que você tenha 12 amigos que estejam comendo a mesma barra de chocolate, se cada um dos seus 12 amigos oferecer pra você um quadradinho da barra quando você tiver 12 quadradinhos, terá uma barra inteira igual aos seus amigos, ou seja, seus amigos compartilharam com você um pedacinho da barra de chocolate, ao final, você possuía uma barra inteira de chocolate.


Para baixar via torrent, você não pesquisa diretamente os arquivos que deseja. O primeiro passo é pesquisar o arquivo torrent que contenha essas informações. Ao abrir este arquivo com um programa compatível (ou seja, cliente), você vai visualizar todo seu conteúdo e pode baixar somente aquilo que desejar.


Por causa da popularização de sites como o The Pirate Bay, muitas pessoas, erroneamente, associam torrents à pirataria. Torrent nada mais é do que uma forma de compartilhamento de arquivos utilizada por organizações sérias. Um bom exemplo do uso de torrent como forma de divulgação é o Ubuntu, que tem suas novas versões disponibilizadas para download em HTML e torrent.


Ligar torrent à pirataria é uma atitude equivocada e que apenas cria um estigma em cima de uma tecnologia que cresce a cada dia e tem potencial para mudar permanentemente a maneira como é realizada a troca de arquivos na internet.

01 maio 2021

Pessoas com Deficiências e LibreOffice

Vamos falar um pouco sobre pessoas com deficiências e LibreOffice nesses dois primeiros parágrafos gostaria de falar um pouco sobre mim, já que sou uma delas, aos 3 meses de idade contraí uma doença causada por um vírus chamada Poliomielite, essa doença me causou uma sequela de tetraparesia, ou seja, o comprometimento parcial dos membros inferiores e superiores, impossibilitando-me de andar como as outras pessoas, ao contrário do que as pessoas disseram aos meus pais, não fiquei “TRAVADO” em cima de uma cama, ao contrário, fui atrás do que eu queria, ou seja, uma vida plena e que me satisfizesse a ponto de não me sentir tão desigual em relação a outras pessoas, comecei minha vida profissional em 1988, quando ganhei meu primeiro PC um TK95 da MicroDigital, acredito que nem exista mais, era um computador que você ligava na TV porque não tinha nem monitor, comparado a hoje era ridículo.

Por muitos anos da minha vida, fiquei tentando juntar em um lugar só a maior gama de assuntos voltados à tecnologia e pessoas com deficiência.

Porém, ficava bem chateado quando, por exemplo, um cego só escrevia artigos voltados a deficientes visuais.

Ironicamente, tenho alguns amigos que são cegos e os próprios me disseram que cada um puxa sardinha pro seu lado. Não concordando com isso, aqui vai um artigo que não é sobre deficiência física.

Vamos falar nesse artigo sobre um programa de computador para deficientes visuais.

JAWS

JAWS (acrônimo para Job Access With Speech) é um "screen reader". Um programa de computador para usuários com deficiência visual que lê a tela para o usuário, produzido pelo Blind and Low Vision Group da empresa Freedom Scientific, de Saint Petersburg, Flórida, Estados Unidos.

JAWS foi lançado originalmente em 1989 por Ted Henter, um ex-piloto de motos que perdeu a visão em um acidente de automóvel de 1978. Em 1985, Henter, juntamente com um investimento de USD Bill Joyce $ 180.000, fundou a Henter - Joyce Corporation, em St. Petersburg, na Flórida. Joyce vendeu sua participação na empresa de volta para Henter em algum momento de 1990. Em abril de 2000, Henter - Joyce, Blazie Engenharia e Arkenstone , Inc. fundiram para formar Freedom Scientific .

JAWS foi criado originalmente para o sistema operacional MS- DOS. Ele foi um dos vários leitores de tela dando aos usuários cegos o acesso a aplicativos em modo texto do MS-DOS. Uma característica única de JAWS na época era o uso de menus em cascata, no estilo do popular aplicativo Lotus 1-2-3. O que configurar o JAWS para além de outros leitores de tela da época era o uso de macros que permitiu aos usuários personalizar a interface do usuário e trabalhar melhor com várias aplicações.

Ted Henter e Rex Skipper escreveu o código JAWS original, nos meados da década de 1980, lançando a versão 2.0 em meados de 1990. Skipper deixou a empresa após o lançamento da versão 2.0, e depois de sua partida, Charles Oppermann foi contratado para manter e melhorar o produto. Oppermann e Henter adicionados regularmente características menores e maiores e freqüentemente lançados novas versões. Freedom Scientific JAWS oferece agora para o MS -DOS como um download gratuito a partir de seu web site. [3 ] [4]

Em 1993, Henter - Joyce lançou uma versão altamente modificada do JAWS para as pessoas com dificuldades de aprendizagem. Este produto, chamado WordScholar, já não está disponível.

Vocês devem estar me perguntando mais o que isso tem haver com LibreOffice? Eu respondo tudo! Quando instalei pela primeira vez o LibreOffice no meu pc com windows ainda, disse assim, eles conseguiram acabar com o Bill Gates, infelizmente eu estava errado, o monopólio do Microsoft Office parece existir e muito na vida das pessoas, principalmente quando mostrei o LibreOffice pela primeira vez a um outro amigo cadeirante, ele ficou atônito e disse “nossa, parece com a interface do ms Office 2003” infelizmente tive que concordar com ele, mais quando eu comecei a digitar e o LibreOffice começou a me sugerir palavras cujo qual se eu apertasse ENTER a palavra era escrita aí sim ele viu vantagem que nenhuma das versões do Word trouxe pra ele, isso pra nós que possuímos uma deficiência nos membros superiores é a coisa mais fantástica que existe.

Esse é o primeiro texto que eu escrevo em LibreOffice Writer e devo confessar que estou simplesmente fascinado com a estabilidade dessa suíte.

Apesar de lembrar muito a interface da suíte mencionada já nesse artigo, me sinto bem a vontade tenho um bom conhecimento em outros editores de texto, e devo lembrar que esse aqui o Writer da LibreOffice é muito bom para pessoas como eu que necessito de condições de hardware um pouco diferenciada, uso em minha casa um teclado e mouse sem fio, porém, necessito de um pequeno espaçamento entre as teclas para que eu possa digitar normalmente. Pois caso contrário, sempre esbarro em teclas sem a necessidade.

Sempre primei por simplicidade, como podem ver não há muitas adaptações para pessoas com deficiência física no mercado, esse aí foi o que mais se adequou as minhas necessidades, se eu tivesse o e-mail da equipe do Writer mandaria uma =-sugestão para que fosse desenvolvida no Writer a mesma tecnologia que existe em tablets e smartfones o speech-to-write (fale para escrever). Vamos aguardar as próximas versões da suíte, acredito que não estamos longe disso.

Vi que o Ubuntu possui Orca, porém é bem repetitivo.

Mini- Currículo

Denis Katko - Possui graduação em WebDesign & Comércio Eletrônico pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (2007). Atualmente é supervisor de call center – Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Pública, atuando principalmente nos seguintes temas: docência em geral, projetos sociais na área de informática, aulas particulares de WORD, EXCEL, Power-Point e OUTLOOK 2007, 2010 e 2013.

Colunista do site TIEspecialistas.com.br e Colunista da ABRAWEB – Associação Brasileira de Web Designers e Desenvolvedores.

Membro da lista de Discussões sobre LibreOffice, Ubuntu.

Link Para Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8988718382621014

25 abril 2021

20 comandos Linux que você talvez não conheça

 1 – ARMAZENANDO ARQUIVOS E DIRETÓRIOS NA MEMÓRIA RAM COM TMPFS

 

 

mount -t tmpfs tmpfs /mnt -o size=1024m,mode=0755

 

 

Este comando cria uma partição temporária na memória RAM. Muito útil para quem precisa realizar operações que utilizam muito o disco, tais como: extração de texto e ordenação de arquivos. Assim, é bem mais prático você copiar esses arquivos para uma partição tmpfs, realizar as operações, e por fim, copiar o resultado final de volta para o disco.

 

 

 

 

 

Sendo assim, você diminuirá o tempo total das operações significantemente.

 

 

 

2 – DIRETÓRIO DE ARQUIVOS PELO NAVEGADOR WEB

 

 

python -m SimpleHTTPServer

 

 

Por fim, acesse http://localhost:8000/

 

 

 

3 – EXECUTE UM COMANDO SEM SALVAR NO ‘HISTORY’

 

 

comando

 

 

Simplesmente, dê um espaço antes de inserir qualquer comando no shell

 

 

 

4 – CRIE UM ARQUIVO FACILMENTE

 

 

> arquivo.txt

 

 

Crie um arquivo facilmente utilizando o ‘sinal maior que’ (>) precedendo ao nome e tipo de arquivo desejado

 

 

 

5 – LISTA DE PARTIÇÕES AMIGÁVEL

 

 

mount | column -t

 

 

6 – OBTENHA O IP PÚBLICO DA SUA REDE

 

 

curl ifconfig.me

 

 

7 – O HISTÓRICO DE USUÁRIOS QUE ACESSARAM O SISTEMA

 

 

last

 

 

8 – ABRIR UM ARQUIVO/URL NO PROGRAMA PADRÃO

 

 

xdg-open ARQUIVO

 

 

xdg-open URL

 

 

9 – LISTA SOMENTE DIRETÓRIOS

 

 

ls -d */

 

 

10 – APLICAÇÕES USANDO CONEXÕES DE INTERNET NO MOMENTO

 

 

Importante para saber quais programas usam a internet em segundo plano, por exemplo

 

 

lsof -P -i -n

 

 

Este comando, exibe somente o nome das aplicações:

 

lsof -P -i -n | cut -f 1 -d ” “| uniq | tail -n +2

 

 

11 – CRIPTOGRAFANDO SEUS ARQUIVOS FACILMENTE

 

 

Encriptar:

 

gpg -c ARQUIVO

 

 

Decifrar:

 

gpg ARQUIVO.gpg

 

 

12 – ENCONTRE O PATH/MANUAL/BINÁRIO DE UM COMANDO

 

 

whereis COMANDO

 

 

13 – CRIE UM ARQUIVO COM TAMANHO DETERMINADO

 

 

dd if=/dev/zero of=teste_arquivo.txt bs=1M count=10

 

 

Neste exemplo é criado um arquivo ‘teste_arquivo.txt’ com tamanho de 10MB, preenchidos com bits ‘zero’

 

 

 

14 – GRAVE SUA ÁREA DE TRABALHO FACILMENTE

 

 

Este é um recurso mais rápido, contudo é recomendado que utilize softwares elaborados para este fim; tais como: o gtk-recordmydesktop

 

 

ffmpeg -f x11grab -s wxga -r 25 -i :0.0 -sameq /tmp/minha-area-trabalho.mpg

 

 

Para versões do Debian/Ubuntu, é recomendado o uso deste comando:

 

avconv -f x11grab -show_region 1 -video_size hd720 -framerate 24

-i :0.0 -threads 2 -q 1 -bt 8000000 -b 8500000 /tmp/minha-area-trabalho.avi

 

 

15 – APAGUE OS ARQUIVOS ANTIGOS

 

 

Cuidado na escolha do diretório. NUNCA escolha o raiz (/), pois irá apagar arquivos importantes do sistema!

 

 

find /tmp/ -type f -mtime +7 -exec rm -f {} ;

 

 

Neste exemplo, será apagado todos os arquivos, contidos na pasta tmp, que foram criados a mais de 7 dias.

 

 

 

16 – DIVIDINDO ARQUIVOS GIGANTES EM PARTES MENORES

 

 

Primeiro comprima o arquivo escolhido:

 

tar -cvvzf teste.tar.gz ARQUIVO

 

 

Depois, quebre o arquivos em vários tamanhos de 10MB (fica a seu critério):

 

split -b 10M teste.tar.gz partes_video

 

 

Por fim, para reagrupar novamente o arquivo:

 

cat partes_video * > teste_final.tar.gz

 

 

17 – BAIXANDO O CÓDIGO HTML DE UM SITE

 

 

wget -O html.txt http://meusite.com

 

 

18 – LISTANDO TODOS OS COMANDOS DO SEU SISTEMA

 

 

compgen -c

 

 

Ou pesquise por um comando específico: compgen -c | grep find

 

 

 

19 – DESCUBRA QUAL DISTRIBUIÇÃO VOCÊ ESTÁ USANDO

 

 

lsb_release -a

 

 

20 – LISTANDO DETALHES DE HARDWARE DO SEU SISTEMA

 

 

sudo lshw -short -html > info.txt && xdg-open info.txt

 

Teoria dos seis Graus de Separação

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